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Israelita

Uma revista digital do Colégio Israelita Brasileiro
para refletir sobre o mundo contemporâneo.

Israelita 3.0: A nova face do ensino gaúcho

Iniciativa pioneira dá nova perspectiva para os alunos que ingressam no Ensino Fundamental.

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Israelita 3.0: A nova face do ensino gaúcho


O projeto Israelita 3.0 foi criado para promover o desenvolvimento integral dos estudantes, potencializando suas competências cognitivas, físicas e emocionais.  Com essa iniciativa, é possível favorecer e qualificar a inserção da criança numa sociedade de complexas  mudanças comportamentais, intenso desenvolvimento tecnológico e significativos avanços na ciência.

Novas metodologias educacionais, pautadas pela valorização aos diferentes tempos e estilos de aprendizagem, têm como propósito o desenvolvimento máximo das capacidades de cada um dos estudantes. Trata-se de um trabalho pedagógico que une afetividade, problematização, ludicidade e novas tecnologias educacionais, presentes em plataformas de aprendizagem e projetos interdisciplinares.

O Israelita 3.0 é a resposta organizada pela Mantenedora, Direção, técnicos em educação e professores ao propósito de se constituir uma ESCOLA JUDAICA DE EXCELÊNCIA. A inserção na Cultura Judaica - seus valores, sua tradição -  acontece simultaneamente à inserção da criança num mundo globalizado e multicultural. Por esse motivo, o novo projeto não se limita a contemplar apenas as bases do currículo brasileiro. Inclui o estudo e vivência do judaísmo e mais de 6 horas semanais de trabalho em Língua Inglesa, garantindo aos estudantes o passaporte para a integração em sua comunidade e para a cidadania plena no século XXI.

 Características da nova arquitetura pedagógica:

- reconhece os alunos como participantes centrais, incentivando o engajamento ativo;

- o professor é um mediador de aprendizagem dos alunos;

- o ensino valoriza a curiosidade e criatividade para a construção do saber;

- as diferenças individuais são consideradas e respeitadas, para potencializar a aprendizagem e o desenvolvimento de cada aluno;

- promove a integração entre os componentes curriculares;

- acentua o uso de novas tecnologias educacionais;

- enfatiza o desenvolvimento de competências socioemocionais;

- organiza-se na lógica da escola de tempo integral, em sintonia com o que é praticado pelos melhores sistemas de ensino do mundo; 

- atribui a tarefa de acompanhar a sistematização do conhecimento (os chamados "temas de casa") a  profissionais especializados (professores), sendo realizada no decurso do dia letivo, visando à formação do hábito do estudo;

- intensifica a leitura como lazer e prática de estudo;

-  alicerça as práticas de educação física no Currículo do Movimento;

- valoriza a arte como manifestação expressiva e conhecimento de mundo.

Novos serviços de alimentação, com monitoria para o atendimento às crianças, são oferecidos num ambiente especialmente concebido para acolher alunos em momentos de lanche e almoço. Ao final do turno, os estudantes podem ainda participar de Clubes: Esportes, Arte, Robótica, Musicalização, Capoeira e Patinação, além de contar com a alternativa da Recreação, esta sem custo adicional.

Um novo tempo chegou à Escola. Bem-vindos ao Israelita 3.0.

  

 

 

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Assista ao vídeo do Israelita

A gente acredita na sua estrela.

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O Colégio Israelita pauta a sua prática num conjunto significativo de valores, fruto de um judaísmo pulsante, rico em conhecimento, força de grupo e ideais. A Cultura, tomada em sentido amplo, é o centro do seu projeto educativo. Os alunos são incentivados a buscar na literatura, ciência, formas de expressão corporal e artes, seus próprios espaços de realização pessoal e auto-superação, em uma perspectiva empreendedora. A Solidariedade, entendida como a responsabilidade que temos uns pelos outros, é o sentido que o Colégio atribui à participação no espaço coletivo. É por todas essas razões que o Israelita valoriza a memória, habilita seus alunos a uma participação produtiva em um mundo plural e enfatiza a qualidade das relações humanas na formação de seus jovens. Assista ao Vídeo Institucional do Israelita!

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Escola renovada até 2020

Em cinco anos, a estrutura da Escola deve ser melhorada.

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Em cinco anos, a estrutura da Escola deve ser renovada.

Escola renovada até 2020

Idealizado a partir das necessidades pedagógicas, no projeto arquitetônico do Israelita 3.0, todo o mobiliário foi pensado para ser adaptado às necessidades dos alunos e dos docentes. Segundo a arquiteta Cristiane Piccoli, as salas de aula terão mobilidade de layout e poderão ser transformadas para dar lugar a  rearranjos, sempre que for preciso. “ As paredes nas salas do novo 1o ano possuem grandes painéis brancos e imantados, onde o professor e o estudante poderão escrever e colocar material pedagógico. Além disso, o uso da tecnologia, com tela smartboard, projetor e rede wi-fi estão bastante presentes”, adianta.

No novo plano diretor, há um planejamento inicial de implantação do Israelita 3.0 em período de cinco anos. Piccoli detalha que até 2020 existe o desejo de reformar todas as salas de aula do prédio principal para o novo conceito "360 graus", bem como aumentar da área esportiva, reformular o pátio central, ampliar da educação infantil, construir nova biblioteca, espaço multimeios e auditório. “Terá livros, mídias, tecnologia lounge de convivência integrados ao pátio central, novo prédio com setor administrativo, salas multiuso com esporte indoor, arte, música, teatro, robótica e laboratório de neurociências”, projeta a profissional, ao lembrar que todo o investimento em infraestrutura e recursos pedagógicos somente será possível se houver o fluxo financeiro necessário.

 Em cinco anos, a estrutura da Escola deve ser renovada.Ainda conforme a arquiteta, o mobiliário adquirido para o novo 1º ano (mesas, cadeiras e puffes) foi pensado para a faixa etária de crianças de 6 a 7 anos, com quatro cores alegres, em tons suaves, que ao mesmo tempo tornam o ambiente lúdico e calmo, através do verde, azul, laranja e lilás. Já as paredes das salas de aulas têm tom ouro branco. No piso, um revestimento vinílico em manta, em um tom cinza claro. Cristiane salienta que este tipo de piso é ideal, pois tem fácil limpeza, não é frio para as crianças sentarem e melhora a acústica do ambiente. “ A sala multiuso foi pensada para ser um coringa. Ela servirá para diversos tipos de aula. Existem vários puffes para as crianças sentarem e deitarem, módulos de caixas que podem virar um palco ou arquibancada e que são, ao mesmo tempo, baús. Além disso, em uma das paredes, há um grande espelho para aulas esportivas, teatro e de expressão corporal. Há ainda mesas para trabalhos em grupo, com tvs-monitor e acesso à internet”, explica, e divulga que, como as crianças ficarão muitas horas no Colégio e terão que fazer os lanches em sala de aula, foi planejada uma mini-copa com geladeira, para condicionar melhor bebidas e lanches.

Foi a partir da compra dos dois terrenos junto ao Colégio que surgiu a possibilidade de reorganizar e planejar o  novo plano diretor de expansão. Foram projetadas três quadras poliesportivas cobertas, novas salas de aula multiuso (para esporte indoor, arte, teatro e música). De acordo com Cris, também será possível organizar e concentrar todo o setor administrativo do Colégio junto ao novo acesso e portaria projetados. O pátio central também apresentará novidades. O local possuirá áreas de lounge, paisagismo e espaços de convivência integrados com a Ir Ktaná. “Fizemos um briefing bem extenso e levantamos todas as necessidades atuais e futuras para atender à nova proposta de ensino do Israelita 3.0. Com mais espaço de terreno, foi possível reorganizar e aumentar áreas de convivência e esporte”, relata.

Olhar atento e experiente
Cristiane Piccoli Ciente de que um local pensado e planejado para o ensino é muito importante, pois possibilita maior riqueza de experiências e estímulo à criatividade do professor e do aluno, a arquiteta Cristiane Bisch Piccoli é a responsável por capitanear as mudanças arquitetônicas que dão sustentação a esse  projeto educacional de vanguarda. Formada há 17 anos, ela conta que a ligação com o Colégio Israelita iniciou em 2007, com a entrada do seu primeiro filho na Educação Infantil. Observadora, sempre esteve atenta às rotinas da Escola e viu que existia uma necessidade de mudança para adequar os locais a uma nova visão mais moderna e funcional. “A Escola quer que o professor e os alunos trabalhem de forma interdisciplinar, explorando e potencializando ao máximo o conhecimento e habilidades de cada um. Acreditamos que este é o futuro, o trabalho em grupo, colaborativo, colocado de forma prática e significativa no dia a dia.” 

 

 

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Docentes serão diferencial

Professores com formação ampla proporcionarão ensino qualificado.

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Professores

Docentes serão diferencial


Oferecer um corpo docente de excelência é um dos diferenciais do Israelita 3.0. Embora a instituição já tenha tradição de qualidade em seu quadro de professores, para este projeto foram selecionados docentes com maior trânsito em pesquisa, além da experiência e produção relevantes em diferentes áreas de atuação. A Língua Inglesa estará presente não somente nas aulas destinadas oficialmente à sua aprendizagem, mas também nas de Educação Física, Arte e Música, ampliando  o contato e vivência das crianças com o novo idioma (serão cerca de 8 períodos de aula por semana, ministrados em inglês). Além disso, farão parte do currículo os componentes da base comum brasileira: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas, que se integram aos conteúdos de Educação Judaica, numa perspectiva interdisciplinar.

As professoras-tutoras, responsáveis pela articulação das disciplinas no currículo, são contratadas para 39h de dedicação ao Israelita. Isso lhes possibilta o acompanhamento permanente dos seus alunos, bem como um ampliado tempo para o planejamento e avaliação da ação pedagógica. Além disso, todos o professores do projeto têm participado de estudos, os quais se estenderão por todo o ano, com  o auxílio de consultorias específicas. Esse acentuado investimento na formação continuada visa habilitar os professores a consagrarem-se como designers de currículo, promovendo a integração de saberes e o desenvolvimento do talento de cada aluno, com o apoio das novas tecnologias.

 Confira o que cada um espera e o que poderá oferecer ao projeto

Ângela Soares de Menezes

Professora na Educação infantil, Ângela Soares de Menezes, de 30 anos, tem graduação em Pedagogia (PUCRS), pós-graduação em gestão e docência na Educação Infantil e também em Supervisão Escolar. Além disso, está no último ano do mestrado na Universidad Del Salvador (Buenos Aires), com a linha de Pesquisa em Inovações Curriculares. Com uma década de atuação na rede privada, trabalhando com crianças na faixa etária de 2 a 6 anos, Ângela diz que o projeto tem a vantagem de tratar de algo inovador e disruptivo, e, por isso, acredita o Israelita 3.0 está surgindo no momento certo, em que a Escola necessita se reinventar, para entender a nova geração de "alunos digitais". “Terei a possibilidade de atuar, de fato, como orientadora e facilitadora do aprendizado do meu aluno, ensinando-o a buscar o conhecimento, não apenas no espaço da sala de aula, mas em todos os espaços, utilizando a tecnologia como ferramenta facilitadora."

 

Daiane

Formada em Pedagogia com ênfase em Educação Infantil na Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Daiane Fagundes Moreira, de 28 anos, será professora-tutora. Como prática de ensino, a professora traz no currículo a especialização em Psicomotricidade e também em Gestão da Educação, ambas realizadas na PUCRS, para agregar à equipe do Israelita 3.0.  A docente afirma que no projeto poderá explorar tudo que seja benéfico aos educandos, como o ensino customizado, a troca direta entre todos os professores, respeito à individualidade da criança,  a criação de atividades que contemplem e relacionem diferentes áreas do conhecimento, potencializando novas e significativas aprendizagens, bem como o uso da tecnologia tão presente nessa geração. É um grande prazer trabalhar em um projeto desse porte", comemora.

 

Luciane Zylbersztejn

 

Habilitada para a docência de Estudos Judaicos e língua Hebraica em Yelin (Israel), Luciane Zylbersztejn, de 38 anos, é também formada em Fonoaudiologia pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Lecionando no Israelita há 20 anos, Luciane fez Machon Greenberg, curso para professores em Israel, e acredita que o Israelita 3.0 será uma proposta inovadora que buscará, através do trabalho em equipe, desenvolver um ensino diferenciado e com muita qualidade. "Acredito que nossos alunos têm um potencial incrível, e esta nova proposta visa despertar seus talentos." Segundo ela, a Cultura Judaica é parte importante da essência da Escola,. “Eu, como Morá de Cultura Judaica, da Educação Infantil, os acompanho há muito tempo e pretendo dar continuidade ao trabalho que vem sendo realizado com grande prazer: introduzi-los à leitura e à escrita em Hebraico”, finaliza. 

 

Ana

Com a prática de quem lecionou por seis anos em uma escola de idiomas, Ana Amada dos Santos formou-se em Letras/Inglês na Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul ( PUCRS) , Ana é professora do Programa de Imersão em Língua Inglesa, desenvolvido no Israelita na primeira infância. Ao integrar-se ao currículo do 1o ano,   Ana avalia que a proposta de interdisciplinaridade presente no Israelita 3.0 possibilitará ao aluno um ambiente rico para as aprendizagens, onde a criança poderá vivenciar a língua de forma prática e natural. "Acredito que os atributos que sustentam o Israelita 3.0 possibilitarão uma relação ensino-aprendizagem inovadora, atual e humanizada", prospecta. 

 

Letícia Batista da Silva

Ex aluna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Letícia Batista da Silva, de 30 anos, é professora de Língua Inglesa e morou por dois anos em Israel. Licenciada em Letras – Português/Inglês (UFRGS), com Especialização em Literatura Brasileira, ela também fez mestrado em Estudos de Literatura na Universidade Federal. Lecionando desde 2005, Letícia destaca o forte viés interdisciplinar e as novas e modernas salas de aula que o Israelita 3.0 possuí. “O privilégio de ter uma carga-horária tão especial em Língua Inglesa faz com que eu olhe para este projeto com muito otimismo”, afirma.  

 

 

Guilherme Rucatti

Aos 30 anos, Guilherme Rucatti já morou em Israel e será professor de dança dos alunos do primeiro ano. Capacitado como coreógrafo e educador em Folclore Israeli, ele fez parte da Leakat de dança Kadima por dez anos. Guilherme estuda Psicologia na PUCRS. Além disso, já é bacharel em Ciências Biológicas (PUCRS) e é mestre em Ciências Médicas (UFRGS). Feliz com o trabalho que desenvolverá, Guilherme acredita que, a partir do Israelita 3.0, os alunos terão a oportunidade de ser estimulados para além. “Com base nas minhas experiências em movimento juvenil, como dançarino de dança folclórica e estudante de psicologia, entendo que cada aluno é único, tendo seu próprio ritmo e jeito de aprender. Então inovar em cada aula, respeitando cada aluno como ele é, será uma constância neste novo projeto”, constata. 

 

Cagliari

Com formação em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Ângela Cagliari é também especialista em Economia da Cultura na mesma instituição e deve concluir a licenciatura em Artes Visuais na UFRGS. Em 2014, foi escolhida como bolsista pelo Conselho Britânico para realizar uma formação em educação na University College of London, Londres. Entusiasta do projeto, ela revela que o tempo integral tem a interdisciplinaridade como componente integrador, que contribui para que problematizemos nossos conceitos de ensino-aprendizagem, desde a formatação física da sala de aula até a grade curricular. “Penso que o 3.0 é muito contemporâneo, atento a nossa realidade no seu desejo de inovar no processo educativo e repensar como os espaços e os tempos escolares podem ser modificados para uma educação que visa ao desenvolvimento pleno dos educandos”, afirma, ao destacar sua experiência como docente formal e como educadora, em museus. 

 

Daniel Brauner

Professor de Educação Física, licenciado pela UFRGS, Daniel Brauner, de 33 anos, possui especialização em Esportes Coletivos (PUCRS) e mestrado em Ciências do Movimento na Universidade Federal. Ex-professor de inglês e espanhol, Daniel já morou em Londres e Barcelona, Daniel também é ex-jogador da seleção gaúcha e brasileira de basquete. O professor atua na Educação Infantil do Israelita desde 2008 e se diz motivado para este novo momento da educação. Segundo ele, à medida que se inova, abre-se caminho para mudanças necessárias. " Algumas práticas de ensino já estão ultrapassadas, e o Israelita está na vanguarda no Rio Grande do Sul com esta proposta, que poderá servir de motivação para outras escolas do país", acredita.

 

  

Benjamin Gown

Norte Americano, residente em Porto Alegre, Benjamin Gown será professor de música dos alunos do Israelita e ministrará as aulas em inglês. Ele possui graduação em Estudos Judaicos e Estudos Brasileiros, com especialidades em Música, Língua e História pela New York University. Além disso, Gown cursou mestrado em Educação Musical da Seattle Pacific University. “Acredito no Israelita 3.0 porque dou boas vindas para quase qualquer esforço progressivo neste sentido. No meu trabalho como educador, eu sempre procuro identificar as qualidades em cada aluno e encorajá-los para trazerem seu potencial ao mundo” , reflete.

 

Rita de Cássia Rodrigues

Rita de Cássia Rodrigues, de 35 anos, será auxiliar-pedagógico no Israelita 3.0. Graduada em Pedagogia, Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental na PUCRS, Rita já trabalha há uma década com crianças da Educação Infantil. Entusiasta da nova metodologia, ela acredita que o projeto será inovador e contribuirá de forma significativa para a construção da autonomia da criança, proporcionando conhecimentos aplicáveis para sua vida. “Ao fazermos intervenções pedagógicas, é importante propor que a criança refleta acerca do que aconteceu, estimulando-a a resolver suas situações de conflito da forma mais autônoma e independente, mas em conformidade com as regras de convivência”, considera. 

 


Amanda

Amanda Luiz Cardoso, de 19 anos, será a recreacionista do projeto 3.0. Graduanda de Licenciatura em Educação Física na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), ela sempre desejou trabalhar na área escolar. Feliz com a oportunidade de atuar nesta iniciativa, Amanda considera o projeto inovador por proprocionar ao aluno mais tempo para assimilar as informações recebidas e, sobretudo, por dar ao estudante a condição de protagonista. "Esta será a primeira vez que trabalharei em uma escola, mas sinto que será uma experiência enriquecedora, porque o tempo integral dá possibilidades de aprendizagem para os docentes e alunos", prospecta.

 

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Conforto térmico beneficiará estudantes

Adequações estruturais refletirão no bem-estar da comunidade escolar.

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Conforto térmico beneficiará estudantes


Ao retornarem das férias, os alunos encontraram uma estrutura um pouco diferente no Colégio Israelita Brasileiro. Nos meses de janeiro e fevereiro, foram concluídas as obras do Projeto Conforto Térmico, investimento aprovado pelos pais em assembleia realizada em junho de 2013. A decisão de apresentar esse projeto à comunidade de pais foi baseada em solicitações dos alunos, os quais apontavam o grande desconforto gerado pelas altas temperaturas do verão e baixas no inverno, além das dificuldades dos professores em ministrar as aulas sob tais condições térmicas e ruídos vindos das janelas.

Desenvolvido pela empresa Petinelli Eficiência Energética, especializada no assunto, e projeto foi executado sob a supervisão da arquiteta Fernanda Slavutsky e do Engenheiro Márcio Starosta.

O cronograma de obras previu, na aprovação do projeto, duas etapas para execução das obras:
· no recesso de 2014 as salas do 3º andares e do Nível A e Nível B no térreo, e no verão de 2015, as salas do 1º e 2º andares.

A iniciativa trará mais produtividade dos alunos, no desempenho dos professores, melhoria drástica nas condições de conforto acústico, eliminação das infiltrações de ar por má vedação das esquadrias, além de avanços nos níveis de iluminação natural. Haverá também maior segurança com a instalação de vidros laminados, economia de energia e recursos, através do uso de sistemas inteligentes que evitam desperdícios com o uso de ar condicionado e redução dos impactos ambientais, preservação do meio ambiente e transmissão desse valor aos usuários.

As obras contemplaram a troca de todas as janelas e vidros existentes por outras novas em PVC, com vidros de alto desempenho térmico, implementação de sistema de ar condicionado automatizado, sistema mecânico de renovação de ar, instalação de sistema de isolamento térmico do telhado, ampliação da subestação de energia elétrica e adequação da rede elétrica. Todas estas alterações são resultado de seis meses de análises, onde engenheiros e arquitetos estudaram o edifício principal da Escola, realizando medições de temperatura, análises do espaço físico e simulações energéticas, contemplando diversos cenários.

Todas as salas de aula, laboratórios, biblioteca, salas de coordenações, salas de professores e departamentos abrigados no prédio principal da Escola estão contempladas no projeto. Esse é mais um grande avanço na qualificação do processo de ensino aprendizagem, viabilizado através do apoio da comunidade escolar.

 

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Olhar de especialista

Projeto pedagógico inovador contempla aspectos sociais, emocionais, psicomotores e cognitivos.

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Blogs, celulares, tablets, podcasts, câmeras e outros recursos auxiliam nos conteúdos.

Israelita 3.0: A nova face do ensino gaúcho

Olhar de especialista

Diante de um cenário de quebra de conceitos na forma de conceber e trabalhar com a educação, o Israelita se propõe a ressignificar as ações pedagógicas. A professora, pós-doutora e coordenadora-adjunta do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS, Beatriz Dorneles, destaca que o Israelita 3.0 apresenta méritos inquestionáveis, como a renovação do currículo, qualificação profissional e respeito às qualidades que cada aluno possui. “O projeto indica uma mudança na cultura organizacional, fato difícil de ser encontrado, que se manifesta por alterações que vão do espaço físico à carga horária de professores e alunos, passando pela reestruturação curricular. Além disso, integra uma busca de excelência acadêmica com o respeito às diferenças individuais, síntese muito rara e ao mesmo tempo bastante contemporânea, que atende às novas proposições da sociedade complexa e multifacetada na qual vivemos”, enfatiza.

 

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Clubes incrementarão proposta do projeto

Capoeira,Robótica, Futsal, Patinação, Musicalização, Ginástica Olímpica e Artes fazem parte das oficinas diárias.

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Uso das tecnologias em sala de aula

Blogs, celulares, tablets, podcasts, câmeras e outros recursos auxiliam nos conteúdos.

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Uso das tecnologias em sala de aula


A tecnologia já faz parte da rotina dos estudantes do Colégio Israelita Brasileiro. O uso destas ferramentas pode aproximar alunos e professores, além de ser útil na exploração dos conteúdos de forma mais interativa. O estudante assume maior protagonismo, tornando-se um estudante mais ativo e participativo.

Da integração entre recursos e conteúdos, nascem oportunidades de ensino. Foi o que aconteceu em 2014 em uma das atividades de Rosh Hashaná com o lançamento do livro digital "Contos e Lendas" (Sipurim VeAgadot). A coordenadora da Educação Judaica, Ilana Eilberg, responsável pela concepção do projeto, explica que o livro digital feito pelos estudantes possui contos e lendas judaicas recontados e representados por diferentes formas, através da tecnologia escolhidas pelos próprios estudantes, como fotonovela, filmagens, ilustrações com áudio. Cliqui aqui e veja a produção dos alunos.

Presença indispensável no Ensino Médio e Fundamental, a prática não é esquecida na Educação Infantil. Conectados desde cedo, no último semestre os pequenos alunos das três turmas de Maternal 1 demonstraram intimidade com os iPads. Atentas, as crianças reconheceram a história da "Chapeuzinho Vermelho" e "Cachinhos Dourados", de diversas formas, através de teatro, fantoches, piquenique, música e também da contação de histórias de forma virtual . “Por ter imagens coloridas e som, os aplicativos chamam atenção deles ”, relata a morá Lisiane Renkovski.

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O professor em conexão com os recursos digitais

"Conectar o aluno com as mudanças é fazer o elo entre a escola e o que está sendo sendo pensado para o futuro"

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"Conectar o aluno com as mudanças é fazer o elo entre a escola e o que está sendo sendo pensado para o futuro"

O professor em conexão com os recursos digitais

Conectar o aluno com as mudanças é fazer o elo entre a escola e o que está sendo sendo pensado para o futuro, para que não ocorra um distanciamento entre estudante e o docente. Por isso, é necessário uma nova postura para se transformar tantas informações em conhecimentos e cabe à instituição fazer isso e para tal faz-se indispensável a quebra de paradigmas de todos aqueles que diretamente são responsáveis pelo aplicação da educação.

Na prática, utilizar o computador em sala de aula é o menor dos desafios para os professores: fazer uso do computador ou de outro instrumento de forma a tornar a aula mais envolvente, interativa, criativa e inteligente é o diferencial de quem está conectado com o futuro, pois o simples fato de transferir a tarefa do quadro-negro para o computador não muda uma aula. E neste prisma, é fundamental que a metodologia utilizada seja pensada em conjunto com os recursos tecnológicos que a modernidade oferece.

O professor de Literatura e doutorando na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fernando Brum avalia que não existe problema no fato do docente dominar menos uma tecnologia, se isso não for o centro da educação. Neste caso, o docente pode abrir um espaço para que o aluno demonstre, dentro de um projeto, o uso de uma nova ferramenta para aplicar um conceito aprendido. Conforme o doutorando, o que deve ser garantido é que a escola continue sendo um templo de aprendizagem, e isso se faz, de acordo com ele, valorizando o professor e não o substituindo por métodos mágicos e rápidos, em que os resultados são igualmente efêmeros. “ O meio importa menos que o resultado e a atitude, assim não sei se existe uma necessidade premente de superação desta dificuldade, visto que, normalmente, novas gerações dominam mais rapidamente novas tecnologias e, desta forma, docentes mais antigos nunca chegarão ao mesmo nível de seus alunos”, considera.

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Para ler e ver

O professor de Educação Judaica, Daniel Presman, dá dicas de livros e filmes sobre a cultura judaica.

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O professor de Educação Judaica, Daniel Presman, dá dicas de livros e filmes sobre a cultura judaica.

Para ler e ver

Nesta sessão, o professor de Educação Judaica, Daniel Presman, dá dicas de livros e filmes sobre a cultura judaica. Com obras e películas surge a possibilidade de aumentar o conhecimento e estudo sobre essa cultura.


A Dignidade da Diferença
É um apelo em favor da tolerância em uma era de radicalismos. Uma análise impressionante de um dos maiores líderes da atualidade judaica.

 

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A incrível biografia do menino que deixou os campos de concentração para se tornar rabino chefe de Israel.

 

Desvendando o Homem
Um interessante olhar sobre educação judaica fundamentada nos ensinamentos do Maharal de Praga.

 

Ensaios sobre a Torá – Devarim
Ensaios muito bem redigidos, que proporcionam profundas reflexões sobre parashiot (porções semanais) da Torá.

 

Faróis da Sbedoria – Rashi
A coleção Faróis da Sabedoria proporciona uma viagem ao passado para conhecer a vida e a obra de importantes personalidades judaicas. Vale a pena ler toda a coleção. Para começar, a biografia de Rashi, que influenciou profundamente o pensamento judaico.

 

Zlata, não Olhe para Trás
Sob a mira infantil, a autora descreve fatos de sua família antes e após a Segunda Guerra Mundial. Adulta, relata a vivência junto à família em Minas Gerais e as dificuldades para manter as tradições, com um final surpreendente e comovente.

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Colégio Israelita lança revista digital

falseA XIX Feira do Livro do Colégio Israelita Brasileiro serviu de pano de fundo para o lançamento da revista digital da Escola. A Verbalize vem ao encontro do tema do evento, "De Gutemberg a Zuckerberg:  da invenção da imprensa ao e-book e às novas práticas de leitura", e será um veículo que objetiva suscitar o pensamento reflexivo sobre o mundo contemporâneo.  

A Diretora Geral do Colégio Israelita, Mônica Timm de Carvalho, esclarece que a revista deve dar voz à comunidade escolar e ser espaço de um olhar do Israelita sobre as práticas culturais no mundo. Desta forma, diferente do site e das redes sociais em que a Escola já está inserida, a Verbalize não se limitará apenas a ações e eventos institucionais, mas sim abordará temas centrais na área da educação, da produção de conhecimento em um mundo multitelas, hiperconectado, horizontal, consumista, ansioso, mas também solidário.